Gelo para os Santos Populares em Lisboa: guia para arraiais e bares
Junho é o mês em que Lisboa mais bebe na rua. Como garantir que o gelo não acaba na noite de Santo António.
Publicado a 27 de setembro de 2026
Em junho, Alfama, Mouraria, Graça, Bica e Madragoa enchem-se de arraiais, sardinhas e cerveja fresca. A noite de 12 para 13 de junho, de Santo António, é o pico: as ruas enchem até de madrugada e os bares e barracas vendem num dia o que vendem numa semana. É também a noite em que o gelo mais falta.
Quem precisa de gelo nos Santos
- Barracas de arraial — para arrefecer cerveja, sumos e sangria em arcas e baldes.
- Bares e tascas nos bairros — o consumo multiplica e a máquina da casa não acompanha.
- Festas privadas em terraços com vista para os arraiais.
Quanto gelo para uma barraca
Numa barraca, a maior parte do gelo vai para arrefecer bebidas em arcas e caixas térmicas, não para os copos. Uma boa regra é contar sacos suficientes para voltar a encher as arcas várias vezes durante a noite — o gelo derrete depressa com a tampa sempre a abrir. Diga-nos quantas caixas de bebida conta vender e ajudamos a fazer a conta.
Que formato pedir
- Cubos em sacos de 5 kg para arcas e baldes — o formato mais eficaz.
- Gelo picado se vende caipirinhas, mojitos ou sangria servida com gelo.
Logística nos bairros históricos
Nos dias de arraial, as ruas de Alfama e da Mouraria fecham ao trânsito e ficam cheias de gente desde a tarde. Combine a entrega de manhã ou no início da tarde, antes do trânsito fechar, e indique o ponto de descarga mais próximo. Para reforços durante a noite, é mais seguro ter arcas ou caixas térmicas suficientes para guardar o gelo do dia.
Quando encomendar
Os Santos Populares são das datas mais pedidas do ano. Encomende com pelo menos uma semana de antecedência e confirme a quantidade final dois ou três dias antes.